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terça-feira, 3 de julho de 2012

Secretário nega tortura contra envolvido no Caso Wallace | Manaus | Acritica.com - Manaus - Amazonas

Em nota encaminhada à produção do programa Alô Amazonas, a respeito das declarações prestadas pelo ex-policial militar Moacir Jorge Pessoa da Costa, o “Moa”, na entrevista concedida ao repórter Márcio Azevedo, o secretário executivo de Inteligência, Thomaz Vasconcelos classificou as mesmas como infundadas.
De acordo com Vasconcelos, nos interrogatórios a que Moa foi submetidos, os mesmos sempre contaram com a presença de integrantes do Ministério Público do Estado (MPE-AM), dentre eles, os promotores de Justiça Alberto Rodrigues do Nascimento Júnior,  Sarah Pirangi e Tereza Cristina Coelho, além de advogados de defesa e membros da família, bem como o então corregedor à época da Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM), deputado Edilson Gurgel.
Ainda segundo o secretário, Moa também prestou depoimento nas sedes do MPE-AM e da Polícia Federal, onde conforme Thomaz Vasconcelos, ratificou todos os depoimentos prestados anteriormente sem mencionar qualquer tipo de coação ou tortura que estivesse sofrendo.
Thomaz também chamou a atenção para o fato de que a Comissão de Direitos Humanos da ALE-AM, por meio de seus integrantes, ter rechaçado à época qualquer possibilidade a cerca da eventual pratica de tortura, tendo como vitima Moa, durante as investigações.
“Tal atitude revela-se numa descabida pretensão de macular o trabalho das autoridades que presidiram os procedimentos investigatórios, diante da incapacidade de desqualificar todo o arcabouço probatório arrecadado durante as investigações”, afirma o secretário, na nota.
No documento, Thomaz Vasconcelos também salienta que só se pronunciaria novamente sobre a entrevista, após acesso à integra da mesma.
Os delegados integrantes da força-tarefa Antônio Chicre Neto e Alberto Ramirez também foram procurados pela produção do Alô Amazonas, para falar sobre as declarações de Moa, mas não quiseram gravar entrevista.

Pedreiro é morto com seis tiros na Zona Sul de Manaus | Manaus | Acritica.com - Manaus - Amazonas

Adenilson foi morto enquanto trabalhava em uma construção civilUm operário de obras foi assassinado no início da tarde desta terça-feira (3) quando realizava a reforma de uma igreja evangélica localizado na Zona Sul de Manaus. O pai da vítima acredita que o crime tenha sido reflexo de um homicídio cometido pelo pedreiro há 17 anos.
Adenilson Rodrigues do Santos, 39, trabalhava na reforma de uma igreja evangélica localizado na rua Thomás Meireles, no bairro Petrópolis, quando por volta das 12h30 um homem em uma motocicleta realizou seis disparos contra o pedreiro. Adenilson morreu na hora.
O pai da vitima, o aposentado José Maria dos Santos, 69, disse que Adenilson não tinha envolvimento com o tráfico de drogas nem com o crime organizado. José Maria alega apenas que o filho assassinou uma pessoa há 17 anos na comunidade São Sebastião por ciúmes.
Até às 15h desta terça-feira ninguém havia sido preso pelo crime.